Conhecido pela sua produção abstracionista, Araken inaugurou sua primeira exposição com trabalhos figurativos, passada uma década desde a sua última individual, na quarta (6). “Mameluco” ocupa três salas no terceiro andar do Centro Cultural Correios, com pinturas coloridas em técnica mista de grandes formatos - algumas chegam a medir 5 metros -, esculturas e penduráveis.

As telas são “povoadas” por tipos populares brasileiros, como negros, índios, caboclos e mamelucos, que dão nome à exposição, tendo como pano de fundo abstrações. Aviador, filósofo, teólogo e arquiteto, além de artista, Araken coordena um grupo de estudo do pensamento brasileiro, o que o influenciou bastante na escolha deste título, uma vez que era o termo empregado na época do Brasil Colônia para designar mestiços de índios com brancos. Ou seja, a origem de toda a miscigenação brasileira.

Veja nas fotos de Marco Rodrigues.

Araken e Adriana Hipólito da Costa com Dani e Antonio Seabra Veiga

 Dani e Antonio Seabra Veiga

Fernando Cocchiarale e Adriana Hipólito da Costa

Raquel Saliba, José Antonio MacDowell e Bia Sampaio

Alexandre Dacosta e Lucília de Assis

Eduardo e Tereza Weaver com Fernando Bicudo

Fátima Alegria e Enéas Valle