Techorating: arquitetura ingressa na era digital para o desenvolvimento de projetos

Quarta-feira 21 Outubro 2020 / Decoração

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Pesquisas sobre comportamento do consumidor mostram que as experiências que as marcas proporcionam aos clientes estão diretamente ligadas aos hábitos de consumo, principalmente das novas gerações. Por isso, a Epson e a Class TechExperience acabam de revelar as novas tendências de uso de imagem digital e projeção nos setores de arquitetura, design de interiores e decoração para a criação de ambientes imersivos e de experiência. Durante um evento ao vivo realizado na última semana, as empresas mostraram como as novas tecnologias estão levando mais flexibilidade, dinamismo e abrindo novas oportunidades para as áreas de light design, paisagismo, comunicação visual, arquitetura 3D e design.

"Os avanços tecnológicos criaram novas demandas nas diferentes áreas de atuação da arquitetura. Estamos recebendo muitas consultas de arquitetos que querem levar mais tecnologia e criar novas experiências para os seus clientes", disse Rodrigo Machado, gerente de negócios da Epson. Durante a live foram apresentados diversos cases de comunicação visual em espaços corporativos, varejo, eventos, espaços de entretenimento, como bares e restaurantes para criação de ambientes de experiência tanto em áreas internas quanto externas.

"A vantagem do uso do projetor é a flexibilidade que ele propicia para desenvolver projetos. São equipamentos de fácil instalação, discretos e você pode trocar o conteúdo da projeção a hora que quiser", disse Gabriel Branco, CEO da Class TechExperience. "Por meio das tecnologias de projeção e vídeo mapping, nós conseguimos dar vida a ambientes e objetos inanimados", explica Gabriel, especialista na criação de conteúdos e live experience.

Segundo Rodrigo Machado, o portfólio de projetores da Epson vai muito além dos equipamentos de apresentação em escritórios, salas de aula ou home cinema. Com as novas tecnologias de fonte de luz laser, eles podem ser usados em instalações permanentes, em ações interativas de marketing e branding, pois permitem até 20 mil horas de funcionamento praticamente sem manutenção. "O equivalente a 4,5 anos no caso de equipamentos que funcionem cerca de 12 horas por dia", explica o gerente da Epson.

Imagem de PIRO4D por Pixabay.

Por: REDAÇÃO DELOOX

Crie um quarto que acompanhe o crescimento dos seus filhos

Quarta-feira 07 Outubro 2020 / Decoração

Quarto dividido em beliche ganha um ar industrial com o corrimão em ferro. (Foto: Thiago Travesso)

Projetar um quarto infantil pode ser uma aventura daquelas. Pensar nos móveis, texturas e definir a paleta de cores que irá compor esse ambiente é uma tarefa muito divertida para as crianças, os papais e, sem dúvidas, para o profissional, que pode dar asas à imaginação, pondo em prática toda a sua criatividade. A arquiteta Roberta?Iervolino?Giglio,?da Figa?Arquitetura, dá dicas de como criar um quarto de crianças divertido e muito estiloso. 

Normalmente os projetos rementem ao período de vida dos clientes, marcando assim o que será usado para compor esse espaço. Com os pequenos não é diferente: ao projetar o dormitório, é fundamental conhecer a faixa etária de quem habitará o cômodo. Em função da idade, o projeto vai definir os elementos adicionados. “Em um quarto de bebê, por exemplo, berço, poltrona de amamentação e cômoda são peças primordiais. Para crianças acima de um ano, já podemos trazer a cama, uma estante para brinquedos e outras referências lúdicas”, explica Roberta. 

A liberdade para a criatividade das crianças é um dos maiores responsáveis por diferir um quarto adulto de um infantil. É importante que elas tenham liberdade e autonomia para manusear todos os elementos que o compõem, ponto esse que refletirá sua personalidade e dará um tom muito mais pessoal ao espaço. Diferentemente de quartos de adultos, esses ambientes devem ter um espaço dedicado às brincadeiras; as alturas para acesso aos objetos e outros usos devem ser pensadas para ajudar os pequenos e, claro, a decoração deve ser mais divertida e colorida. 

“Por conta da sua altura mais rente ao chão, a cama montessoriana é ótima para as crianças menores e a bicama pode ser boa para quartos divididos ou aquele dia de receber o amiguinho que vai passar a noite na sua casa ou até a babá”, sugere a arquiteta. 

Dormitório ressalta o período de vida das crianças e proporciona mais que um ambiente para descansar: é essencial que a atmosfera projetada acompanhe o crescimento e os momentos da infância. | Projeto: Figa Arquitetura (Foto: Thiago Travesso)

Normalmente, o estilo do quarto infantil depende muito do gosto dos pais e, claro, da criança. Hoje em dia, o que está em alta para este tipo de ambiente é o estilo mais moderno e colorido possível. A arquiteta Roberta destaca a preferência por evitar projetos temáticos, pois dessa forma a criança pode aproveitar o cômodo por muito mais tempo. “Os elementos geométricos costumam fazer muito sucesso com eles”, relaciona.  

Na composição, não podem faltar os móveis para guardar e expor os brinquedos, além de baús, porta-livros e tapetes de borracha, que deixam o chão mais confortável e seguro para os momentos de brincar. Para as crianças a partir de cinco anos, um cantinho dedicado aos estudos é indispensável. Escrivaninha e cadeira na altura adequada, bem como acessórios como porta-lápis e os livros favoritos deixarão o estudante mirim mais animado para fazer o dever de casa. “Se o quarto for mais amplo, uma boa dica é fazer uma separação de espaços para que os brinquedos não tirem a atenção dos estudos”, sugere Roberta. 

Com inspiração no Lego, a marcenaria ressalta os encaixes das peças no móvel com armários e gavetas, além dos nichos. (Foto: Fernanda Gheton)

Por fim, um item extremamente importante é a segurança. Grades de cama para os menores, telas nas janelas, evitar cantos pontiagudos e fixar estantes nas paredes são alguns dos pontos que devem ser seguidos à risca. “Esse cuidado evita acidentes graves ocasionados pela curiosidade das crianças, que podem escalar o móvel. Nos cercamos de uma lista completa que faz a diferença na paz e tranquilidade de toda a família”, finaliza Roberta. 

Leia: Gallery wall - guia para montar em casa e sem erro

Por: REDAÇÃO DELOOX

Arquitetos trazem dicas de como utilizar mesas de apoio e laterais

Terça-feira 22 Setembro 2020 / Decoração

Nesse projeto, Carina e Ieda Korman apresentam o design brasileiro como destaque. As mesinhas de apoio Jardim, de Jader Almeida, são dissimétricas e atendem à dupla de poltronas do mesmo designer. (Foto: Gui Morelli)

Para projetar um bom living, algumas peças são indispensáveis, garantindo praticidade para o cotidiano. As mesinhas de apoio ou laterais, sem dúvida, são uma dessas. “Multifuncionais e extremamente versáteis, as mesinhas são peças curinga na decoração, ajudando a otimizar o espaço”, opina Carina Korman, do escritório Korman Arquitetos. Carina, ao lado de sua sócia Ieda Korman, separou algumas dicas para ajudar na hora de escolher a mesinha lateral ou de apoio ideal para cada projeto.

Segundo as profissionais do Korman Arquitetos, as mesinhas são peças práticas, pois permitem o uso livre e em diferentes ambientes. “Elas podem ocupar um cantinho da casa e facilmente serem movidas para outro espaço, caso haja necessidade”, aponta Ieda. Essa peça também agrega muitas funções – pode servir de apoio para os convidados, por exemplo, ou ser usada como uma forma de expor objetos e itens decorativos. Seu lugar mais comum é ao lado do sofá, servindo de suporte. “Quando posicionada próximo de uma bela poltrona, pode apoiar uma luminária, compondo um cantinho de leitura”, opina Carina. É possível ainda optar por jogos de mesas laterais que se sobrepõem, de um mesmo modelo ou variado, combinando diferentes alturas e criando mais superfície de apoio.

Apesar de permitir diferentes composições, Carina e Ieda Korman ressaltam algumas regras. “Para coordenar mesas laterais com sofás e poltronas, é importante levar em conta sua altura”, explicam. Segundo as profissionais, uma mesa lateral não deve ser baixa como uma mesa de centro, mas também não pode ser muito alta. “Idealmente, sua altura deve ser compatível com a do braço do sofá, permitindo fácil alcance para quem estiver sentado”, indicam.

Em seus projetos, Carina e Ieda Korman adoram utilizar mesas laterais e de apoio. Seja ao lado do sofá, para suportar a luminária ou atender a quem está sentado, seja em conjunto com a mesa de centro, apoiando objetos decorativos. (Foto: JP Image)

Muito semelhantes às mesas laterais, as mesinhas de apoio se diferenciam apenas por sua função – como o nome indica, elas são peças que ficam soltas no ambiente, podendo se adaptar facilmente às necessidades do momento. “Nesse caso, a regra é nunca atravancar a circulação, deixando ao menos 60 cm livres ao redor da mesinha”, indica Ieda Korman.

As arquitetas também apontam que a escolha acertada de acabamento é essencial para uma boa mesa lateral ou de apoio. “Elas devem traduzir a essência do ambiente, mas também precisam estar de acordo com sua função”, pontua Carina. Assim, mesas que receberão copos ou vasos devem ser de materiais resistentes, como o vidro e laminado. Mesinhas com estrutura de metal são elegantes e contribuem para um visual minimalista, quando com um design de traços simples. A madeira traz aconchego e rusticidade, ao passo que o mármore é ideal para projetos clássicos e muito sofisticados.

“Muito versáteis, as mesas laterais e de apoio são ótimas para servirem como base para luminárias, telefones e adornos, podendo ter uso estendido até a varanda. No quarto, podem facilmente substituir a mesinha de cabeceira”, indicam. Uma ótima forma de unir funcionalidade com design, complementando a decoração do lar.

As mesinhas laterais e de apoio podem receber diversos acabamentos e materiais. Para um projeto mais elegante, Carina e Ieda Korman optaram pela união do preto com dourado. Em outro, o branco veio para trazer claridade, combinando com os objetos decorativos. A madeira, por sua vez, foi a escolha das profissionais para um projeto com muita brasilidade. (Foto: Gui Morelli)

 

Leia: Gallery wall - guia para montar em casa e sem erro

Por: REDAÇÃO DELOOX

Obra sem segredos: um guia para garantir o sucesso da reforma de sua casa

Terça-feira 08 Setembro 2020 / Decoração

Apto Mooca - Bruno Moraes (Foto: Luis Gomes)

O ano 2020 nem terminou e assertivamente podemos afirmar dificilmente será esquecido. Além das preocupações relacionadas à saúde, a pandemia evocou mudanças no comportamento humano e uma nova relação com o morar. Passar mais tempo em casa e implementar o home office – que para muitos passou do provisório para definitivo –, são alguns dos motivos que movimentam a cena do mercado imobiliário e de construção no Brasil. Segundo pesquisa recente divulgada pelo Imovelweb, a busca por imóveis com espaços para escritório aumentou 235%, bem como aqueles com área verde registraram uma elevação superior a 200%. “Seja para adaptar a casa atual ou na mudança para um imóvel que atenda o novo momento de vida, os brasileiros passarão pelo processo de reforma. Muitos estão em busca por mais conforto em casas e apartamentos com 3 dormitórios para reservar um deles ao trabalho remoto”, afirma Bruno Moraes, arquiteto à frente do escritório que leva seu nome.

Com esse fluxo, o próximo passo é pensar em reformas – que para muitos o processo ainda é associado ao quebra-quebra sem fim, surpresas inesperadas e preocupações com o orçamento apertado. “Entretanto, com um projeto acertado e um planejamento bem executado, essas sensações incômodas ficam no passado”, diz Bruno. Definir as etapas, especificar e orçar corretamente os materiais antes de começar a obra propiciam um fluxo tranquilo para o cliente e para o profissional de arquitetura à frente da obra. “Com tudo bem avaliado e combinado, não tem onde errar”, assegura.

O arquiteto ou engenheiro também é o responsável por emitir o RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) ou o ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), indispensável para a obra em apartamentos. O documento é necessário em função da nova Norma de Reformas da ABNT (NBR 16.280), que estabelece a atuação de um profissional responsável pelo projeto e que fiscalize a execução da obra. “A medida visa a segurança de todos”, destaca o arquiteto.

Apto Ipiranga - Bruno Moraes (Foto: Luis Gomes)

Como começar?

Depois de contratado, o profissional apresenta um projeto arquitetônico pensado sob medida e realizado de acordo com as características do imóvel e as expectativas/pedidos dos moradores. O alinhamento após a visualização da planta baixa e do 3D é primordial para realizar os ajustes, seja em relação à estética ou ao orçamento, evitando mudanças no decorrer da obra.

Com a aprovação dos proprietários, o planejamento é decorrente da visão global que Bruno e sua equipe realiza ao escolher os materiais. Caso o orçamento se mostre acima do budget indicado pelo morador, o arquiteto trabalha para aparar as arestas. “Nunca alteramos os insumos, mas podemos substituir por outro revestimento mais em conta, porém de qualidade assegurada”, revela Bruno.

Como uma orquestra – onde cada músico tem o seu momento –, o cronograma sucede o fluxo. Contabilizar as datas e a duração de cada atividade, bem como coordenar os períodos de entrega dos materiais, o número de funcionários e o desembolso financeiro traz segurança para o trabalho coordenado pelo profissional de arquitetura e tranquilidade para o cliente que sabe, com antecedência, tudo o que acontece.

Fluxo financeiro

Mesmo com tudo bem planejado, é preciso ter uma verba extra para gastos imprevistos, como quebra de materiais e outras intercorrências que podem acontecer, principalmente na reforma de imóveis antigos. “Ter uma margem extra no orçamento nos ajuda a resolver questões atípicas, como o rompimento de uma tubulação de água ou mesmo uma lata de tinta que inesperadamente cai no chão”, detalha Bruno, que nos contratos assinados com seus clientes costuma separar uma porcentagem pequena do valor total da obra para essas intercorrências.

Mão de obra adequada e Gerenciamento eficiente

Para Bruno Moraes, não adianta prosseguir tão bem nas fases anteriores e não dedicar atenção para a contratação de mão de obra especializada e o profissional responsável pelo gerenciamento. “Além de administrar problemas, trazer soluções é o nosso papel”, descreve o arquiteto.

O escritório desenvolveu um aplicativo onde a equipe responde por toda a gestão da obra, assim como cuida do controle financeiro. Com ele, o cliente tem acesso ao cronograma com todas as etapas de serviços, acompanhando cada passo e observando a transparência do que será executado dia após dia. Através desse aplicativo, os coordenadores das obras solicitam os materiais, conforme a necessidade, e possibilita cruzar com o valor dos itens descriminados no contrato. O objetivo é gerenciar em tempo real a fim de evitar surpresas no final e ter controle de todos os processos.

Administração precisa do budget da obra (Foto: Pexels)

Dicas para economizar

A integração de ambientes, marcada pela ausência de paredes, e o estilo industrial, que evidencia a laje em concreto e dutos aparentes, entre outros atributos, contribuem para uma obra com orçamento mais enxuto | Foto Luis Gomes

Quem disse que economizar com os profissionais "mais em conta" é a maneira mais eficiente para poupar recursos financeiros durante a obra? O famoso ditado "o barato sai caro" causa dissabores nessa equação.

Para Bruno Moraes, a melhor forma de poupar está ligada à redução de custos na compra de materiais de qualidade. Dessa forma, realizar orçamento, procurar por promoções e relacionar opções A e B se revelam como métodos efetivos para orçamentos mais enxutos. “O cliente pode se encantar por um porcelanato, que por sua vez está com um valor bem acima de outro com as mesmas características técnicas e aparência semelhante. E isso deve ser pesado na balança”, pondera. Em outras situações, uma cozinha não ter a parede revestida de ponta a ponta. Para atenuar os custos, uma alternativa é aplicar o revestimento em meia parede e finalizar com a pintura – um recurso que agrega modernidade com um custo inferior.

Como diminuir o prazo de entrega?

A realização de uma obra sempre vem acompanhada da pressa. Imóvel vazio e a reforma de todos os cômodos de uma vez são processos que influenciam na rapidez e na redução dos custos, pois a maioria dos funcionários de obra cobram por dia trabalhado. “Todavia, caso não seja viável, pois muitas vezes o cliente 'mora' dentro da obra, o cronograma faz um escalonamento que seja viável para todos”, finaliza Bruno.

 

Leia: Gallery wall: guia para montar em casa e sem erro

Por: REDAÇÃO DELOOX

Claudia Issa assina nova ambientação da Gaggenau Galeria em SP

Segunda-feira 24 Agosto 2020 / Decoração

Claudia Issa assina nova ambientação da Gaggenau Galeria (Foto: Divulgação)

O espaço da Gaggenau, marca alemã de luxo com mais de 337 anos de tradição, que desenvolve equipamentos de cozinha integráveis de alta qualidade, recebeu uma intervenção da designer e ceramista Claudia Issa. A Gaggenau Galeria, em São Paulo, expõe por tempo indeterminado peças das coleções Tora, Carbono, Bubbles e Pião, que utilizou as bancadas e os fornos da própria artista como instalação de sua arte.

A casa, localizada na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 488, principal endereço da decoração de luxo do país, tem estilo town house e faz alusão à sede da Gaggenau, que foi fundada em 1683, na Alemanha. São três andares de um ambiente acolhedor e com personalidade, onde os equipamentos ficam expostos no conceito de galeria.

O espaço promete receber exposições de arte e eventos que estejam alinhados com o universo da marca, que ainda hoje preserva 90% da produção feita manualmente, o que garante a perfeição dos produtos. O novo posicionamento foi pensado pelas diretoras, Marly e Stephanie Skok, respectivamente mãe e filha, que cuidam da operação no Brasil. A ideia é refletir sobre a essência e o compromisso de estar sempre 60 anos à frente em tecnologia, design e inovação, sem deixar de lado o belo e a importância do desenho exclusivo em todos os itens do portfólio.

Claudia Issa assina nova ambientação da Gaggenau Galeria (Foto: Divulgação)

Para Marly Skok, diretora geral, inaugurar o novo conceito com a intervenção da ceramista Claudia Issa é uma honra, já que o relacionamento é de longa data. “Decidimos chamar o showroom de galeria porque a Gaggenau transcendeu o universo dos eletrodomésticos ao criar aparelhos que se integram perfeitamente a qualquer decoração ou ambiente da casa, como peças de arte. E começamos o ano com essa agradável surpresa, a Claudia já era uma cliente muito especial e sempre admiramos o trabalho dela. Quando pensamos no conceito de galeria, ela foi o primeiro nome que surgiu e ao invés de simplesmente mandar as peças, ela esteve aqui e deixou sua assinatura. Isso demonstra todo carinho, respeito e reciprocidade que temos uma pela outra”, afirma Marly.

Com uma linguagem única, Claudia dá vida às suas criações em cerâmica, em vidro, evidenciando sua proposta artística com produção artesanal. “Para esta parceria, contextualizei meu trabalho ao showroom da Gaggenau, fazendo uma simbiose das duas propostas. É um tipo de movimento que adoro fazer, chegar em um ambiente pronto e propor uma interferência com as minhas peças. Foi assim com a Gaggenau, leve e divertido”, finaliza a designer.

Claudia Issa assina nova ambientação da Gaggenau Galeria (Foto: Divulgação)

Por: REDAÇÃO DELOOX