STUDIO FW promove evento para 200 arquitetos em Ipanema

Sexta-feira 25 Outubro 2019 / Decoração

Designer Guilherme Wentz (Foto: Divulgação)

Na terça (29), o Studio FW vai reunir, em Ipanema, cerca de 200 arquitetos e designers de interiores cariocas especialmente para apresentar as novidades da Way Design e Favo, além de suas cinco marcas parceiras Avanti, Ekko, Celdom, Vigolucci e ArteVideo. O evento também vai marcar o lançamento do programa de relacionamento da marca FW.

O premiado designer gaúcho Guilherme Wentz virá de São Paulo especialmente para falar sobre seu processo criativo no segmento “luminárias”, às 16h, com direito à exposição de 15 criações de sua autoria, entre modelos pendentes, de mesa, de piso e de parede. 

A nova leva de móveis do Studio FW inclui peças assinadas por designers brasileiros de renome, como Guilherme Torres, Rejane Carvalho Leite, Luia Mantelli, Luan Del Salvio, Danilo Faria, André Ferri, Alessandra Delgado, Lukas Takaoka, Lattoog Desing, entre outros.

Entre os destaques, vale citar a coleção Ponto, assinada pela arquiteta designer paulista Roberta Banqueri, integrada pelo inusitado bufê Pele (cujos puxadores lembram uma pele “soltando” do corpo do móvel), a linha Coletivo 19 (que inclui cabideiro, prateleiras, arandelas e espelho em forma de gota), o aparador Uni e a mesa de centro Crux.

Designer Guilherme Wentz (Foto: Divulgação)

Por: REDAÇÃO DELOOX

Vintage e retrô: arquiteta explica a diferença entre os estilos

Quarta-feira 23 Outubro 2019 / Decoração

Projeto: Karina Korn Arquitetura / Foto: Eduardo Pozella

Vintage e retrô são duas palavras bem conhecidas no mundo da decoração e do design. Apesar de muitas vezes serem usados como sinônimos, esses dois estilos definem peças diferentes, tanto em sua origem quanto ao período a que se referem. “Vintage é o clássico original usado novamente enquanto o retrô busca uma referência antiga para a criação de algo novo”, resume Karina Korn, arquiteta à frente do escritório Karina Korn Arquitetura.

O estilo vintage traz peças originais, que geralmente datam das décadas de 1920 a 1960. “Objetos realmente antigos, como uma vitrola, um carrinho de chá ou um telefone são peças capazes de trazer o ar vintage a qualquer decoração”, comenta Karina. Quando os itens alcançam os 100 anos de idade, eles já podem ser considerados como antiguidades.

O retrô, por sua vez, apresenta peças novas cujo design é inspirado em épocas passadas. Os anos 1950 e 1960 são as principais referências para as releituras do retrô. Eletrodomésticos coloridos e móveis com pés palito, além de máquinas de escrever e toca discos novos, são alguns objetos característicos do retrô.

Onde encontrar

Dos anos 1950, o carrinho de chá foi herdado pela moradora e se tornou uma mesinha lateral na sala de estar.  Projeto: Karina Korn Arquitetura / Foto: Eduardo Pozella

Num décor vintage, é comum incluir peças herdadas da família e que passam de geração em geração. Mas além da casa da avó, brechós e antiquários são os lugares mais indicados para encontrar objetos antigos. “Sem dúvida, os brechós são a melhor opção para buscar móveis e utensílios de decoração vintage. Também indico procurar antiquários que possam atestar a origem das suas peças”, aconselha a arquiteta. Já móveis, eletrodomésticos e objetos retrô podem ser encontrados em uma diversidade de lojas.

Paleta de cores e materiais

Na varanda, que abriga um fliperama, a arquiteta apostou em tons alaranjados e madeira.    Projeto: Karina Korn Arquitetura / Foto: Eduardo Pozella

Incluir peças vintage e retrô em um ambiente contemporâneo está em alta. Mas se a intenção é recriar os estilos por completo, a escolha da paleta de cores é essencial. “As cores são muito importantes para esses dois estilos, uma vez que elas acabam por ativar a nossa memória afetiva”, explica Karina.

O marsala, que voltou com força, e tons alaranjados podem compor um espaço vintage. “Esses matizes mais fortes marcam o estilo vintage porque, além de remeterem ao passado, ficam harmônicos em decorações com móveis mais pesados e torneados”, pontua a profissional. Já os tons pastel recordam o estilo retrô, então vale usar azul, rosa e verde em matizes claros.

Quanto aos materiais e às formas, o retrô traz muito metal, vidro e formas arredondadas. No vintage, essas referências também estão presentes, além da madeira.

Por: REDAÇÃO DELOOX

Para brasileiro ver: Bruno Miguel traz ao Rio obras exibidas só lá fora

Sexta-feira 04 Outubro 2019 / Decoração

Bruno Miguel - Série Objetos de Natureza Morta - Composição Coca-Cola (Global) 2016. Resina de poliéster, tinta em spray e garrafas

Nos últimos anos, o artista plástico carioca Bruno Miguel expôs mais no exterior, onde também realizou residências, do que no Brasil. Muitas de suas séries, que o destacaram nos Estados Unidos, na Alemanha e no Peru, nunca foram vistas por aqui. Com isso, surgiu a ideia da exposição “You don't know me”, que será inaugurada na terça (8), na Luciana Caravello Arte Contemporânea, com curadoria de Agnaldo Farias. A mostra traz um recorte dos trabalhos mais emblemáticos do artista, produzidos nos últimos cinco anos, e que nunca foram apresentados no país. 

A exposição ocupará todo o espaço expositivo da galeria, com cerca de sete séries de trabalhos, que abordam a construção da memória no universo doméstico, as relações do POP e do consumo e a pintura como pensamento expandido. Conhecido por aqui por suas pinturas sobre tela, Bruno Miguel tem uma ampla produção em diversos outros suportes, como escultura, desenho e instalação, incluindo também a pintura, mas que, muitas vezes, é apresentada de forma mais ampla, a partir do pensamento sobre pintura, em obras que não necessariamente utilizam a tela. 

Bruno Miguel - Série Papel de Parede - Infância Suburbana 2015. Resina de poliéster, pigmento e guardanapos de festa infantil

Dentre as obras apresentadas estará uma instalação da série “Mesa de Jantar”, composta por diversos guardanapos de papel, pintados com tinta Epóxi e vinil adesivo. Obras desta série foram mostradas duas vezes em Nova York, na Pensilvânia, em Lima, em Buenos Aires, em Bogotá e em Berlim, mas nunca no Brasil. Utilizando as formas de objetos de uma mesa de jantar, como pratos, copos, descansos de panelas e outros, o artista vai criando as obras a partir de um jogo entre o positivo e o negativo, utilizando cores e também o branco para destacar certos contornos e dar volume. O vinil adesivo imitando diferentes madeiras complementa a obra, dando a sensação de se tratar de uma mesa de jantar. 

Na série “Sala de Jantar”, o artista apresenta pinturas sobre um conjunto de pratos de porcelana e faiança, comprados em leilões de antiguidade, que são dispostos na parede e pintados com esmalte, tinta a óleo e colorjet, com imagens que perpassam e continuam de um prato para outro, formando uma unidade. “Os pratos têm relação com o rizoma Deleuziano e o grafismo urbano do Rio de Janeiro, com o subúrbio onde moro, com as grades e as pichações que quem vive na cidade está acostumado a ver”, conta o artista, que ressalta que esses trabalhos se relacionam com os guardanapos da série “Mesa de Jantar”, apesar de terem um “caráter de excesso, oposto à estética minimal dos guardanapos”. 

Bruno Miguel - Série Sala de Jantar - Olho Mágico, 2019. Tinta a óleo, esmalte e tinta em spray sobre pratos comprados em leilões de antiguidades e placas de tinta

“O vazio que nos consome” é um conjunto de obras feito a partir de embalagens plásticas de produtos consumidos pelo próprio artista, que são lavadas, preenchidas com resina e tinta e ao final tendo as embalagens descartadas, se tornam um híbrido de pintura e escultura, memoriais do vazio cotidiano. Sem referência à embalagem original não é possível identificar sua origem, tornando-se suportes de cores, que ficam levemente descoladas da parede. “Essas obras vêm da relação do POP com o ambiente doméstico e falam sobre a feitichização do consumo, sobre o condicionamento social de que consumir faz parte da nossa estrutura”, afirma Bruno Miguel. Essa é uma das obras em que o suporte é a escultura, mas cujo corpo da obra é construído como se fosse pintura, sobrepondo camadas de resina. 

Farão parte da exposição, ainda, obras da série “Candy”, onde, em um suporte de madeira coberta de resina, são inseridas formas coloridas, também de resina, que lembram balas e doces. Essas “balas” são preparadas pelo artista em formas de silicone próprias para a feitura de doces. Novamente explorando a tridimensionalização dos processos pictóricos, ampliando o campo das fronteiras sobre o que pode ser a pintura hoje.

Complementa a exposição a série “Objetos de natureza morta”, obras pictóricas tridimensionais, que reúnem globos de luz, luminárias, sacos vazios e garrafas, que são preenchidos com resina pigmentada. Essa obra é um desdobramento da instalação “Cristaleira“, apresentada no Oi Futuro Flamengo, em 2015. 

Bruno Miguel - Candy Series - Summer Hits, 2018. Resina de poliéster e tinta em spray sobre madeira (40cmX73cm)

Por: REDAÇÃO DELOOX

Ligia e Sabrina Schuback inauguram mostra Morar Mais por Menos em SP

Segunda-feira 30 Setembro 2019 / Decoração

As organizadoras Sabrina e Ligia Schuback com a paisagista Catê Poli

Nascida no Rio em 2004, a mostra Morar Mais por Menos ganhou uma edição em São Paulo este ano. O bairro Alto de Pinheiros recebe o evento, a partir de quinta (3), com 60 ambientes assinados por arquitetos, designers e paisagistas, acomodados em duas casas vizinhas de arquitetura modernista, construídas na década de 1960.

O local escolhido para propagar o conceito “mais por menos” proposto pela empresárias Ligia Schuback e Sabrina Schuback Rocha, idealizadoras do evento e também organizadoras da edição carioca, não foi à toa e tem seu protagonismo nesta história. “Erguidas na mesma época, as casas pertencem à duas famílias que se tornaram amigas ao longo dos anos e fizeram delas palco de muitas encontros e celebrações. Essa atmosfera de boas energias ainda está por ali. Mesmo que hoje estejam vazias, permanece o ar de festa, familiaridade e cumplicidade. É tácito o respeito e amizade que existe entre as famílias. É o clima de acolhimento que buscamos transmitir com o Morar Mais”, conta Ligia.

Veja nas fotos de Juliano Colodeti, do MCA Estúdio, alguns ambientes da edição paulistana.

Canto de Trabalho – arquiteta Ju Bortolotto

Canto de Trabalho assinado pela arquiteta Ju Bortolotto

O espaço alia mobilidade a boas soluções, com criatividade e funcionalidade. Os móveis são soltos e de porte médio, facilitando a troca de layout quando convier. As paredes ganharam cores através do uso de adesivos e tintas, um recurso barato que pode ser renovado sem muito custo. O piso laminado, assentado sobre o piso existente, diminui a necessidade de obra, produzindo menos entulho, além de ser um material ecologicamente correto. A madeira utilizada para criar as molduras é de refugo de marcenaria, sobras de cortes usados na fabricação de móveis. Luminárias e peças decorativas de qualidade e preços acessíveis provam que o bom design não precisa ser caro.

Quarto do Filho Adolescente – arquitetos Carina Pederzoli e Rodrigo Amaral

Quarto do Filho Adolescente assinado pelos arquitetos Carina Pederzoli e Rodrigo Amaral 

O espaço foi pensado para um adolescente que curte surfe e skate. Não existe nada fixo e os móveis, além de leves, possuem rodízios, facilitando a mudança de layout que os jovens normalmente fazem entre a adolescência e o início da vida adulta, sem que isso implique em maiores gastos para seus pais.

Jardim Tropical Consigaz – paisagista Catê Poli

Jardim Tropical Consigaz assinado pela paisagista Catê PoliO Jardim Tropical Consigaz é um espaço de estar e confraternização. Emoldurado por uma instalação com botijões de gás, é um jardim com plantas tropicais e folhagens exuberantes. Foi usado mobiliário brasileiro de corda náutica, móveis de madeira bruta de manejo sustentável, tapetes para área externa, lareiras a gás, iluminação com LED e vasos em polietileno.

Jardim da Piscina – paisagista Marcelo Faisal

5 Jardim da Jardim da Piscina assinado pelo paisagista Marcelo Faissal

Por coincidência, o projeto paisagístico original do espaço foi realizado pelo próprio arquiteto e paisagista nos anos 2000. Com restauração e preservação da arquitetura, foram introduzidas novas espécies junto à rica vegetação já existente, garantindo um projeto de baixíssimo custo, sustentável e com características tropicais. O uso de tinta nos pisos e na piscina representa uma nova tendência de construções mais acessíveis e que demandam menos manutenções. O mobiliário contemporâneo com materiais orgânicos e sintéticos humaniza e convida para o bem-estar e para a convivência.

Apartamento QuintoAndar – designer João Marcos Calfat

Apartamento Quinto Andar assinado pelo designer João Marcos Calfat

Com soluções criativas para compor um ambiente aconchegante e, ao mesmo tempo, com bom custo-benefício e mobilidade, o projeto tira partido de uma decoração sustentável e com elementos customizados. Foram usados materiais de descarte como o painel de madeira feito com sobra de assoalho e o tapete de retalhos, entre outras recursos, conferindo um clima urbano e intimista. A opção por móveis modulares facilita a reconfiguração do espaço e até mesmo a mudança para uma nova casa

Por: REDAÇÃO DELOOX

Designers londrinos lançam linha exclusiva de cadeiras na Novo Ambiente

Sexta-feira 27 Setembro 2019 / Decoração

Designers londrinos Sam Hecht e Kim Colin (Foto: Divulgação)

A Novo Ambiente acaba de receber da Herman Miller, com exclusividade no Rio, a linha de cadeiras de trabalho Lino, projetada pelos designers londrinos  Sam Hecht e Kim Colin. A peça já chega por aqui premiada com um iF Design Award, na categoria Design de Produto.

A Lino dispõe de assento contornado e suspensão dupla de alto desempenho, proporcionando apoio vertebral total e apoio lombar integrado, graças a um composto de fibras com diferentes tensões. O suporte PostureFit, patenteado da Herman Miller, é um recurso opcional, disponível para aumentar o conforto das regiões sacral e lombar.

Personalizável, sua estrutura está disponível nas cores preta ou mineral – na base, também disponível em alumínio polido -, com seis diferentes cores de suspensão (encosto) e uma grande variedade de estofamento.

Foto: Divulgação

Por: REDAÇÃO DELOOX